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Extinção das Fundações não representa economia ao Estado

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Com a extinção das Fundações, a economia ao Estado, conforme dados relativos a 2015, seria de R$ 129,8 milhões em repasses que o Tesouro é obrigado a fazer para o seu funcionamento.

Juntas, as Fundações representam uma receita total de 47,2 milhões, porém suas despesas são expressivas, alcançando a marca de R$ 177,2 milhões que precisariam ser cobertas pelos cofres públicos.

Não há margem financeira no Rio Grande do Sul para arcar com esses prejuízos com órgãos que podem facilmente ser absorvidos por Secretarias, ou ter suas atribuições desempenhadas por parceiros privados sob a tutela do Estado.

A Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) tem uma receita de R$12,8 milhões, mas gasta R$ 31,8 milhões para custeio. Depende do repasse de R$ 19 milhões do Tesouro para seu funcionamento.

A Fundação Piratini, com uma receita R$ 1,1 milhão frente a R$ 28,9 milhões em despesas. Depende de R$ 27,6 milhões para executar suas tarefas.

A Fundação de Recursos Humanos conta com uma receita de R$11 milhões. Para cobrir as despesas, que somam R$ 15,6 milhões, são necessários R$ 4,6 milhões em repasses.

A Fundação de Economia e Estatística (FEE) tem receita de R$ 900 mil, enquanto gasta R$ 30 milhões. O Estado repassa R$ 29,1 milhões.

A Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO) conta com receita de R$ 5,7 milhões contra uma despesa de R$ 20,2 milhões. Necessita de repasses do Tesouro de R$ 14,5 milhões.

A Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore tem R$ 1 milhão em receita, mas gasta R$ 1,7 milhão além, necessitando de R$ 700 mil em repasses.

A Fundação Zoobotânica tem uma receita 4,2 milhões frente aos R$ 24 milhões em gastos, levando o Estado a desembolsar R$ 19,8 milhões para sua manutenção.

A Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) dispõe de receita de R$ 10,5 milhões, mas as despesas chegam a R$ 25 milhões. Para garantir sua manutenção, é necessário o aporte de R$ 14,5 milhões do Tesouro.

Reiterasse que não há margem financeira no Rio Grande do Sul para arcar com esses prejuízos com órgãos que podem facilmente ser absorvidos por Secretarias, ou ter suas atribuições desempenhadas por parceiros privados sob a tutela do Estado.

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